Adriane Galisteu

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Por Lalá Noleto

”Aos trinta e cinco anos você tem que fazer com que sua vida seja mais saudável, é esta a conclusão que eu cheguei. Acho que todas as maluquices que eu já fiz com o meu corpo – dietas lucinadas, correndo atrás da estética, da beleza de qualquer jeito -, é admissível até uma determinada idade. Agora, o que eu quero é ser saudável!

Eu corro, não só porque eu gosto, mas porque me faz bem. Eu procuro comer de uma forma balanceada. Não como carne, não bebo, eu evito fritura, qualquer tipo de junckie food, mas as vezes como. Hoje mesmo comi um bolo de chocolate pela manhã. Um dia decidi parar de comer carne vermelha porque achei que iria me fazer bem e, definitivamente, me fez.

Tomo muita água, esse é o grande lance. Como um pouco de soja, mas não tenho grandes truques. Para mim o negócio é beber muita água, fazer esporte. Na verdade, encontrar um esporte que te faça feliz, porque fazer um esporte só pela obrigação de ter um corpão, não dá. Dormir bem. Evitar qualquer tipo de remédio, o máximo que você puder. 

Temos que ter uma vida saudável, porque a beleza está de acordo com seu estado de espírito. Quando você está feliz é difícil você se sentir feia. É difícil as pessoas te verem feia. Agora, quando você não está…”

A nutricionista Cinara da Silva Carvalho comenta a dica:

”O consumo de alimentos saudáveis proporciona uma maior qualidade de vida. Vegetais, legumes, frutas, cereais integrais, carnes magras, peixes e laticíneos deverão constituir a base de uma refeição equilibrada, independentemente da faixa etária e da vida agitada dos dias atuais. A recomendação é equilíbrio.

Os alimentos dos grupos das carnes, aves e peixes são importantes ao organismo, e têm em comum: a proteína. A quantidade e a qualidade da proteína variam nestes alimentos. Os alimentos de origem animal contêm proteína de alta qualidade, o que significa que fornecem todos os aminoácidos que seu organismo precisa para sustentar as funções orgânicas.

Evitar bebidas alcóolicas, doces, refrigerantes, frituras e gorduras de um modo geral contribuem para uma melhor qualidade de vida.

O consumo de água é fundamental, pois hidrata, refresca o corpo, regula a função intestinal e repõe a perda de líquido nos músculos e outros tecidos, porém não substitui a alimentação.

Quanto a soja, vários estudos têm demonstrado que o consumo de produtos derivados dela está frequentemente associado à redução do risco de inúmeras doenças. Porém deve-se lembrar que apesar de possuir proteína de alta qualidade assim como a carne, a soja por ser de origem vegetal não fornece os demais nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo.”

Cinara da Silva Carvalho | CRN1-3473 | Nutricionista

Leia mais: Revista Contigo.

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